27
Nov
09

Heroes S04E11 – Thanksgiving

Esse foi um episódio de transição do volume atual de “Heroes”. Com um ritmo lento, algumas situações foram conduzidas de forma bem vagarosa e outras para nada serviram. Isso tudo girando em torno de três jantares de Ação de Graças, um extremamente chato, um segundo bem tenso e outro um tanto quanto teatral.

Começando pela chatice, basta dizer que a Claire, mais uma vez, reclamou o quanto ela é diferente e não se encaixa em lugar nenhum. Chega!!!! Desde a primeira temporada rola essa crise existencial e depois de 3 anos ela ainda não se decidiu. É o bastante, Claire! Pegue sua amiguinha sabão, juntem os trapinhos e vão juntas pra bem longe. E sem chororô, por favor.

Ao mesmo tempo, o jantar dos Petrellis começou com a mãe irritando a todos com aquela atitude de sonsa dela. Depois de muito cinismo, ela acabou contando toda a verdade, o que acabou culminando com o resurgimento de Sylar, já que sua consciência conseguiu se sobrepor à do Nathan. Mamãe Petrelli pagou o pato e quase foi escalpelada pelo nosso personagem favorito, mas parece que Nathan ainda não desistiu de habitar o corpo de Sylar, tomou o controle de volta e fugiu. Crieo que no próximo episódio esse disputa terá fim, num conflito com Peter… é o que espero.

O último dos jantares foi o teatral. Samuel posando de salvador para seus amigos do circo, enquanto é confrontado por Lydia e Edgar que descobriram, com a ajuda de Hiro, que foi o líder deles quem matou Joseph. Samuel ainda conseguiu usar a lábia (e a estupidez do pessoal do circo) para culpar Edgar, mas acho que não será por muito tempo. Por fim, numa tentativa frustrada de apagar a memória de Hiro, Samuel viu seu viajante do tempo surtar e sumir. E creio que essa tenha sido a última aparição de Hiro por um tempo.

“Heroes” pisou no freio pra poder enrolar até o fim desta primeira parte da temporada que acontece semana que vem. Foi chato e desnecessário, ainda há muita história a ser contada e ficar perdendo tempo com os conflitos recorrentes da Claire não é algo muito inteligente.

26
Nov
09

Dexter S04E09 – Hungry Man

Mais um episódio especial de Ação de Graças no mundo das séries, mas desta vez não houve clima de confraternização e alegria como ocorre geralmente. Em um dos episódios mais tensos do seriado, fomos convidados a participar do almoço da família de Arthur Mitchell e o que foi visto foi no mínimo digno de um filme de terror.

Ao aceitar passar esse momento, que é tão significativo para as famílias norte-americanas, na casa de seu próximo alvo, Dexter viu que o modelo de pai e marido que Arthur ostentava ser não era tão perfeito assim. Arthur mantém a filha prisioneira em casa e violenta frequentemente o filho, fora o terror psicológico ao qual submete a esposa. Toda essa tensão explode na mesa, quando Jonah, o filho de Arthur, decide falar tudo o que acha do pai. No meio de toda a confusão causada, Dexter não se controla e, tomado pelo arrependimento de não o ter matado antes, quase o faz na frente de todos. Agora que Arthur sabe quem Dexter realmente é, o terreno para o confronto dos dois no últimos três episódios está enfim preparado.

Importantíssima também foi a revelação de que a repórter irritante que namora o Quinn é filha do Trinity Killer. Agora sim, as suspeitas de foi ela quem matou o Lundy ganharam mais forças, já que ela pode ter feito isso para ajudar o pai. Mas ficam algumas dúvidas sobre a relação dos dois , que só devem ser respondidas no próximo episódio.

Fora isso tivemos a Rita colocando um par de chifres no Dexter e o Angel e a LaGuerta com declarações de amor. Nada digno de comentários. Mas, apesar dessas subtramas, estou empolgadíssimo com esta quarta temporada e, após um ano bem irregular, “Dexter” se recuperou e é uma das melhores opções para os maníacos por séries.

25
Nov
09

Jogos Mortais 6 – Saw 6 (2009)

Depois de um quinto episódio um tanto quanto decepcionante, a série “Jogos Mortais” volta com um filme mais inspirado. Tanto que posso colocá-lo entre os meus preferidos da série, ao lado do original e o de número 4.

Quando visitamos a história pela última vez no ano passado, o agente especial Strahm acabou morto quando caiu em uma armadilha criada pelo detetive Hoffman. Com Strahm fora do seu encalço, Hoffman emerge como o sucessor inquestionável do legado de Jigsaw. Contudo, o FBI se aproxima de Hoffman, ao mesmo tempo que o último pedido de Jigsaw, constante em seu testamento, é posto em prática.

Os filmes de “Jogos Mortais” devem ser encarados como uma minissérie. Ao longo desses seis anos em que a série é produzida, ela sempre apresentou episódios que não parecem forçados, já que sempre conduzem sua narrativa utilizando detalhes introduzidos desde o começo da série. E a atenção a detalhes é uma característica dos filmes que deve ser elogiada, há todo um planejamento, tanto que perguntas que surgiram no terceiro filme são respondidas só agora, no sexto. Sempre respeitei sequências que levam em consideração os eventos dos filmes anteriores e “Jogos Mortais” se sai muito bem nesse quesito.

Neste sexto filme, temos algumas das cenas mais violentas da série, mas ao mesmo tempo temos uma história bem engajada, que trata de um tema bem polêmico nos Estados Unidos, que é o sistema de saúde do país. Nesse caso mais específico, o alvo são as empresas de seguro de saúde que tentam lucrar ao máximo, dispensando os doentes e segurando apenas os saudáveis. É algo louvável incluir uma crítica social num filme como esse e, ao mesmo tempo, mais envolvente do que histórias acidentais como aquela apresentada no filme anterior.

Para os fãs da série, “Jogos Mortais 6″ é obrigatório. Tudo que fez a série famosa está lá: as escolhas cheias de dilemas morais, as armadilhas engenhosas, a ótima atuação de Tobin Bell (Jigsaw), o final surpreendente e muito, mas muito sangue. Por falar em final surpreendente, o desse me deixou muito ansioso pro capítulo do ano que vem. “Jogos Mortais 7″ sairá em Outubro do ano que vem e será filmado em 3D.

25
Nov
09

Flash Forward S01E08 – Playing Cards With Coyote e S01E09 – Believe

Não vou negar que uma centelha de esperança nasceu dentro de mim ao assisitr o episódio 7 de “Flash Forward”. Apesar de mal dirigido e mal atuado, foi um episódio intrigante e com umas idéias legais. Então, fui assistir ao oitavo e ainda houve esperança com a primeira cena, ao mostrar todas aquelas manchetes de jornais dizendo: “o futuro pode ser mudado” (nunca ocorreu aos roteiristas abordar o papel da imprensa em todo esse evento?). Mas, cinco minutos depois, vi que tudo era ilusão e que “Flash Forward” continua uma porcaria.

“Playing Cards with Coyote” representou uma das coisas mais chatas que já assisti na televisão. Foi algo composto por cenas constrangedoras, como um jogo de pôquer entre os causadores do  apagão (roteiristas querem dizer que eles são ousados, descolados e inteligentes), a conspiração do afeganistão contra a filha perneta do barbudo (roteirstas querem fazer um crítica inspiradíssima contra a guerra e o armamentismo) e qualquer cena em que o Mark apareça (roteiristas tentam extrair alguma emoção dele, mas qualquer cena em que ele tenta chorar me faz rir muito!). Muito ruim, muito ruim mesmo, achava que não podia ficar pior, mas ficou.

Então veio “Believe”. Não foi algo tão tosco quanto o anterior, mas mesmo assim mostrou total falta de criatividade e comprometimento dos realizadores desse seriado. Mais um personagem com câncer terminal (é impressionante como essa doença é sempre usada pra conseguir um draminha barato), mais drama de pai barbudo e filha perneta alcoólatra (tadinhos) e tem até agora a japonesa que toca guitarra imaginária no trabalho. Sério! Os personagem desse seriado são incrivelmente mal desenvolvidos, não consigo torcer por nenhum deles.

Volto a dizer que é uma pena que uma boa premissa tenha sido tão pobremente realizada. E, com a notícia de que a produção do seriado foi parada para que novos caminhos sejam traçados, não preciso ter um flash forward pra saber que esses projetos de personagens não vão passar da primeira temporada.

24
Nov
09

V S01E03 – A Bright New Day

A cada semana, o plano de Anna e dos visitantes vai tomando forma. Agora com a conquista representada pelos vistos de acesso aos países mais poderosos do mundo, os alienígenas terão maior facilidade em atingir os seus objetivos. Entretanto, Erica e Jack enfim conseguem reunir o grupo da resistência que combaterá essa invasão.

Algumas surpresas aconteceram neste episódio. Na verdade, algumas revelações de fatos que serão decisivos no confronto final entre os visitantes e os humanos. Agora, sabemos que os alienígenas desertores possuem uma organização, chamada A Quinta Coluna, e também um líder, o desertor John May, que possui quase uma aura de messias pelo que foi falado até agora. E ainda mais que isso, foi revelado que existem membros da Quinta Coluna infiltrados nas naves mãe dos V’s. Com isso, a resistência ganha um ponto a seu favor, quando parecia que só o lado invasor tinha seus ases na manga. Com esse poder a seu favor, o grupo de Erica ganha força e não parece mais uma causa perdida como antes.

Entretanto, os visitantes também fazem sua jogada e, através de uma tentativa de assassinato forjada, ganham uma maior aprovação do público. Em cima disso, podemos ver que as atitudes que serão tomadas pelo repórter Chad vão ser decisivas para a batalha. Afinal de contas, é a mídia que controla a opinião da sociedade em geral e se os V’s continuarem a serem pintados como salvadores, a humanidade não vai ter muita chance de escapar.

Esperemos então o último episódio de V em 2009, já que ele porá todas as peças na mesa para o conflito iminente que ocorrerá no restante da primeira temporada. Mas isso só em março do ano que vem.

23
Nov
09

2012 (2009)

Fazia tempo que não sentia uma sensação tão grande de nojo ao assistir um filme como senti ao assistir “2012″. Na verdade, faz exatamente 2 anos e meio, pois ainda lembro do dia fatídico em que assisti a uma das maiores afrontas à inteligência da humanidade, também chamada de “Transformers”.

Roland Emmerich, “diretor” de “2012″, e Michael Bay, “diretor” de “Transformers”, criaram um certo tipo de competição pessoal. Desde meados da década de 90, os dois trazem uma pérola do mau gosto atrás da outra, sempre tentando se superar. Veja bem, não é difícil perceber essa disputa mórbida dos dois pelo título de pior cineasta do cinema moderno.

Tudo começou quando Bay lançou “Bad Boys”, uma película modesta, afinal ele ainda estava se aperfeiçoando em fazer filmes ruins. Entretanto, o gráfico abaixo mostra o quanto ele subiu na “Escala de Ruindade”, mostrando o quanto a sua evolução o levou de encontro ao seu nicho como um diretor medíocre.

A crescente de Michael Bay

Já o caso de Roland Emmerich pode até emocionar, devido à grande superação pela qual ele passou. Ele começou no topo, afinal, foi de suas mãos que nasceu a atrocidade chamada “Independence Day”, filme de ficção científica ufanista e estúpido, em que os aliens invasores são destruídos com um vírus de computador do Windows 95. Apesar de começar tão mal, Emmerich foi ficando menos pior com o passar dos anos e até atingiu algo que beirou o aceitável com “O Dia Depois de Amanhã”. Mas, com esse “2012″, ele voltou com tudo e mostrou pro Michael Bay que esta disputa está mais concorrida do que nunca.

Lembrando que a “Escala de Ruindade” não leva em consideração apenas o nível de qualidade duvidoso do filme, como também o impacto que ele promoveu na sociedade, ou seja, a quantidade de pessoas que tiveram o infortúnio de ter contato com o filme.

Voltando à análise da última obra de Roland Emmerich, podemos dizer que ela segue toda a cartilha do filme-catástrofe. Tem o personagem que se sacrifica para outro sobreviver. Tem o pai tentando recuperar o amor dos filhos. Tem o louco em quem ninguém acredita, mas que fala a verdade. E, claro, há as crianças e os cachorros imortais (fico contente, pois eles sempre me lembram que só se pode morrer depois dos 18 anos).   Mas o maior atrativo do filme, que eram as cenas de destruição,  nem empolgam tanto. Afinal, já foram todas mostradas no trailer. E acredite, não tem nada de novo aqui, só os dramas insuportáveis.

Então, olhando pelo lado bom de toda a situação, percebe-se que é algo construtivo o ruim existir, pois, graças a referenciais como “2012″, é que percebemos o quanto as obras de Paul Thomas Anderson, Spike Jonze ou Michel Gondry são boas. “2012″ é uma experiência cinematográfica tão ruim, que espero tê-la novamente daqui a uns 3 anos, pra que eu possa recuperar alguns dos milhares de meus neurônios que foram assassinados ao longo de 3 horas de dor.

23
Nov
09

Dexter S04E08 – Road Kill

Mais um episódio bem envolvente de Dexter. É impressionante constatar que esse seriado, por ser de TV paga, tem mais de 50 minutos, o que corresponde a 10 minutos a mais que na TV aberta. Entretanto, parece ter uma duração bem menor devido à qualidade do que nos é mostrado.

Após ter matado um inocente no último episódio, Dexter decide se livrar de vez de Arthur, o Trinity Killer, para assim tentar achar algum conforto. Sim, o assassino serial está tendo problemas com o remorso de ter errado,  o que evidencia mais um passo no desenvolvimento emocional pelo qual ele tem passado nas últimas temporadas. Mas, apesar de todo o plano, nada correu como Dexter planejou. Arthur acabou se abrindo totalmente para ele, mostrando até onde sua irmã morreu, fato que acabou modelando sua faceta psicopata. E, após uma tentativa frustrada de suicídio do “cidadão modelo”, Dexter salva sua vida e se torna um herói. Parece que mais uma vez o confronto dos dois foi adiado, mas espero que não por muito tempo.

Fora isso, tivemos a descoberta de que não foi o Trinity que matou o agente Lundy. Debra descobre, através da trajetória do tiro que levou, que o assassino era bem mais baixo do que o suspeito inicial e assim surgem as dúvidas. Será que foi a repórter mala? Espero que não, pode parecer forçado.

Episódio muito bom, mas o que foi aquela mesa quebrando após a “linda” cena de amor entre LaGuerta e Baptista? Chega desse romance! Quero ver é a Rita traindo o Dexter!

 

20
Nov
09

Heroes S04E10 – Brother’s Keeper

É impressionante como Heroes chegou ao décimo episódio e continua apresentando um saldo bem positivo para esse quarto ano. As histórias estão sendo bem contadas e até personagens antes considerados inúteis foram inseridos no enredo com um propósito plausível. Estou gostando bastante até agora e espero que eu não me decepcione daqui pra frente.

Estava, até o momento, aguardando o episódio que traria as respostas para as motivações do Samuel, e este, enfim, veio. Descobrimos que ele nasceu no campo de concentração criado em 1961 pelo pai do Mohinder e que ele tem uma característica que difere ele dos outros : seus poderes ficam mais fortes quando ele está cercado de pessoas especiais. Isso explica toda a sua busca pelos principais personagens da série. Creio que quando ele atingir o seu objetivo, vai se tornar um incrível oponente para os heróis, mas tomara que o embate não seja frustante como foram os outros embates do seriado.

Além disso, o odiado Mohinder retornou. Mas qual foi minha surpresa ao perceber que ele teve um propósito digno para a história. Afinal foi ele que despertou toda a ambição de Samuel. Pela primeira vez no seriado, o indiano apareceu e não me deixou irritado.

A outra parte importante desse episódio foi representada pela descoberta de  Peter e Nathan sobre toda a verdade acerca da morte de Sylar. Finalmente Nathan descobriu que na verdade é Sylar e que ele não passade pensamentos dentro de um corpo desmemoriado. O problema é que essa busca pela verdade, acabou trazendo os irmãos para junto de Matt Parkman, onde a consciência de Sylar estava presa. Usando sua astúcia, o vilão conseguiu retornar ao seu corpo, mas ainda não despertou. Algo que deve acontecer nos próximos episódios e que culminará com a despedida definitiva de Nathan do seriado.

É uma pena que “Heroes” tenha conseguido melhorar tarde demais. Os números da audiência do seriado estão muito baixos e, dentro das próximas semanas, seu cancelamento deve ser anunciado. Esperemos então que pelo menos essa temporada feche a história com chave de ouro.

19
Nov
09

Atividade Paranormal – Paranormal Activity (2009)

Muito “oba-oba” cercava esse novo filme de terror. A campanha de marketing, o boca-a-boca em que o filme era comparado a “Bruxa de Blair” e os trailers intrigantes causaram grande expectativa, tanto que o filme se tornou o mais lucrativo da história, ao arrecadar mais US$100 milhões quando só custou US$ 13 mil para ser realizado. Nesse fim de semana pude conferir essa nova sensação do terror independente e posso dizer que é só “oba-oba”, pois o filme não é nenhum pouco assustador. Na verdade, não é sequer bom.

Fazendo um paralelo com o sucesso independente de 1999,  percebemos que este filme e aquele dos jovens perseguidos pela bruxa na floresta têm muitas similaridades. Ambos foram lançados como se tratassem de filmagens reais, quase sempre em primeira pessoa, também há a aposta no terror psicológico, onde nunca se vê aquilo que os persegue, somente se escuta e sente. Entretanto há uma diferença crucial entre os dois filmes e é aí onde reside o maior problema de “Atividade Paranormal”.

Na “Bruxa de Blair”, a atmosfera de tensão era constante e foi crescendo até atingir um nível insuportável no final do longa. É um filme que não só assusta, mas que pertuba. Já nesse novo exemplar do gênero, nada soa muito plausível. O ritmo da história não é bom e os momentos de tensão são tão poucos e rápidos que fica difícil manter a tensão nos espectadores. Salvam-se poucas cenas, como a da garota arrastada pela perna, ou a das pegadas bizarras no chão.

É uma pena que o conceito desse filme não tenha sido tão bem explorado. Se as situações tivessem sido mais bem desenvolvidas e o casal de protagonistas não fosse tão forçado, poderíamos ter um terror psicológico de primeira. Entretanto, sem esses fatores a favor, ficamos somente com um filme bem chatinho.

19
Nov
09

Dexter S04E07 – Slack Tide

Aconteceu! Desde o início do seriado, nos perguntávamos se, em algum momento, Dexter quebraria seu código e mataria um inocente. À princípio achei que essa situação seria causada por algum envolvimento emocional, mas ela foi gerada por simples desleixo. A pressa e a desconcentração fizeram com que Dexter fizesse sua primeira vítima que não merecia morrer segundo seu código.

Tudo isso foi gerado por conta do interesse de Dexter em Trinity. Como ele acabou poupando o psicopata temporariamente para poder aprender mais com ele, acabou procurando uma outra presa de uma maneira um tanto quanto desleixada. Afinal, o fotógrafo podia ser um escroto, prepotente e estúpido, mas não era assassino e isso é pré-requisito pro código de Harry. Vamos ver que tipo de consequências esse ato vai gerar para Dexter.

A capacidade de aproveitar as oportunidades geradas por esses conflitos é o que me deixa tranquilo ao assistir um seriado tão bem feito quanto este. Todas as situações são desenvolvidas no seu tempo, com tranquilidade, tudo que vai ocorrer está esquematizado desde o início. Nas mãos de outros roteiristas, essa situação seria esquecida no começo do episódio seguinte, mas com “Dexter”, esse tipo de desperdício não ocorre. Por isso, e por muitos outros motivos, que essa é uma das minhas séries favoritas.